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Campanha "Póvoa de Varzim, um concelho de Bom Ambiente"

"Póvoa de Varzim, um concelho de Bom Ambiente". É este o título da nova campanha lançada pelo Pelouro do Ambiente e apresentada a 15 de Novembro de 2007, no Diana Bar.

"A luta por um Ambiente melhor é já antiga na Póvoa de Varzim". Foi assim que Manuel Angélico, Vereador do Pelouro do Ambiente, iniciou a apresentação da campanha ambiental "Póvoa de Varzim, um concelho de Bom Ambiente".

Esta campanha surgiu no âmbito das comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra (AIPT), assinaladas “por um conjunto de 53 países, com o objectivo de chegar aos 70”, elucidou o autarca.

Relembrando aquilo que já foi feito no município pelo Ambiente, como a instalação da rede de saneamento, as campanhas de sensibilização ou a intervenção em espaços verdes da cidade, Manuel Angélico levantou o véu sobre o que o município prepara para os próximos meses. “Vamos avançar com a plantação de 500 pinheiros-bravos numa área fustigada por um incêndio, em Terroso”, evento já marcado para 1 de Dezembro, baptizado com o nome “Floresta Viva”.  Os pinheiros-bravos, cedidos pelo Núcleo Florestal do Tâmega, vão ser plantados com a ajuda de um grupo de voluntários, no lugar do Carregal, Terroso.

A comunidade escolar continua a ser uma parceira valiosa para o Pelouro do Ambiente, que, no âmbito desta nova campanha e do AIPT, continua a “Educar para o Bom Ambiente”, lançando novas actividades, como por exemplo, o projecto pedagógico “Rocha Amiga”, que conta com o apoio da Agência Viva e da Comissão Nacional UNESCO. Destinado a alunos do 7º ano, cujo programa curricular inclui o estudo da Geologia, este projecto consiste na criação e colecção de amostras de rocha que depois serão permutadas entre escolas, dotando-as, assim, de colecções básicas de rochas exemplificativas da Geologia de Portugal. Para além destas duas actividades, o Pelouro do Ambiente incorporou, ainda, no seu plano de actividades de Educação Ambiental, o programa científico do AIPT. São exemplo as sessões temáticas, que servirão para discutir as alterações climáticas, os oceanos, os solos e os recursos naturais. As sessões têm a duração de 30 minutos e dividem-se entre uma parte teórica, onde se inserem os conceitos fundamentais e se lançam as frases para reflexão, e uma parte prática, onde se avalia o assimilado.

A população em geral pode também dar o seu contributo, pois a partir de Janeiro vão receber um convite para aderir ao projecto “Terra à Terra”, que a autarquia lança, com o apoio da Lipor. Ana Lopes, técnica daquela empresa, explicou que este é um projecto de compostagem caseira, a que podem aderir maiores de 18 anos, que disponham de jardim ou horta, em habitação permanente. O projecto está também aberto à adesão de instituições escolares. Tem como objectivo promover a redução de resíduos orgânicos nas habitações, que, através da compostagem, podem ser melhor aproveitados, evitando custos desnecessários com o seu transporte e tratamento/deposição. Estima-se que cerca de 40% dos resíduos domésticos são orgânicos, pelo que podem ser aproveitados através deste processo. Os aderentes assinam um contrato de permanência de um ano e têm ainda que, obrigatoriamente, frequentar um curso de formação em compostagem, com a duração de três horas. Em contrapartida, recebem um compostor e é-lhes disponibilizado apoio técnico telefónico e ao domicílio.

Estas são apenas algumas das actividades que a autarquia lança, em consonância com as comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra que, recorde-se, decorrem no triénio 2007-2009. Reforçam uma política ambiental que a autarquia tem vindo a implementar, ao longo dos anos, e que tem a ver não só com a criação de estruturas que permitam um melhor desempenho ambiental, mas também com o educar para a cidadania e para o erguer de uma nova consciência ecológica.