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A obra do arquitecto Rogério de Azevedo

Arquitecto de referência para a arquitectura portuguesa, conhecido, sobretudo, pelos projectos do edifício onde durante anos funcionou o jornal “O Comércio do Porto”, na Praça dos Aliados, e pelo modelo de edifícios escolares que unificou a imagem destes no antigo regime, o arquitecto Rogério de Azevedo será o tema da próxima conferência do Arquivo Municipal, conduzida por Jorge Pimentel.

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A obra do arquitecto Rogério de Azevedo

Póvoa de Varzim, 25.09.2006

Arquitecto de referência para a arquitectura portuguesa, conhecido, sobretudo, pelos projectos do edifício onde durante anos funcionou o jornal “O Comércio do Porto”, na Praça dos Aliados, e pelo modelo de edifícios escolares que unificou a imagem destes no antigo regime, o arquitecto Rogério de Azevedo será o tema da próxima conferência do Arquivo Municipal, conduzida por Jorge Pimentel.

Arquitecto de referência para a arquitectura portuguesa, conhecido, sobretudo, pelos projectos do edifício onde durante anos funcionou o jornal “O Comércio do Porto”, na Praça dos Aliados, e pelo modelo de edifícios escolares que unificou a imagem destes no antigo regime, o arquitecto Rogério de Azevedo será o tema da próxima conferência do Arquivo Municipal, conduzida por Jorge Pimentel.
A conferência realiza-se esta quinta-feira, dia 28, às 21h30, no Arquivo Municipal, e baseia-se no estudo que sobre o arquitecto Rogério de Azevedo e a sua contribuição para a arquitectura portuguesa está a ser feito por Jorge Pimentel, professor da Escola Superior e Artística do Porto.
Rogério de Azevedo deixou também a sua marca na Póvoa de Varzim e em dois edifícios marcantes: o do Grande Hotel e o do Casino da Póvoa, obra de moldes neo-clássicos, ao estilo da escola francesa de Garnier. Em 1931 Rogério de Azevedo substituiu o responsável pela obra, o arquitecto José Coelho, sendo da sua autoria as fachadas (principal e laterais) e o desenho da cobertura.
Rogério de Azevedo foi discípulo de José Marques da Silva, autor de edifícios como o Teatro Nacional S. João ou a Estação de S. Bento, que, influenciado pela Renascença francesa e flamenga, trouxe de Paris, onde estudou, o 'gozo artístico', que haveria de influenciar a Escola do Porto.
A conferência desta quinta-feira insere-se no ciclo “11 documentos… 11 meses… 11 conversas”, organizado pelo Arquivo Municipal.