É-Aqui-In-Ócio: espectáculos para o fim-de-semana
Póvoa de Varzim, 26.09.2008 - Para o fim-de-semana, o Varazim Teatro escolheu quatro espectáculos dedicados aos vários tipos de públicos.
Amanhã, 27 de Setembro, às 17h00, no Auditório Municipal, poderá assistir a “Volta ao Mundo, uma viagem de circo-navegação”. Tentando contornar o globo terrestre, os personagens vão cruzar-se com alguns viajantes bem conhecidos, tal como Fernão Magalhães, Cristóvão Colombo, Vasco da Gama, Pedro Álvares Cabral e Bartolomeu Dias. Usando vários recursos cénicos consegue-se o impossível: ir a todo o lado sem sair do sítio! Aliando o rigor histórico à imaginação criadora, a Limite Zero tenta atrair crianças e jovens para os encantos e importância dos fabulosos Descobrimentos Marítimos Portugueses.
Ainda no sábado, às 22h00, junto ao Auditório da Lota, veja Nusquam. Lugar nenhum, utopia, é o significado do título deste espectáculo. Esta é a nova produção de rua do Teatro do Mar. O grupo, fundado em 1986 em Sines, é uma companhia de teatro físico, itinerante por excelência e vocacionado para audiências jovens. Nesta edição do Festival Internacional de Teatro irá apresentar-se com NUSQUAM. Na peça, o ser humano oscila no vazio sem encontrar um lugar onde lançar raízes, enquanto fica asfixiado por uma avalancha de informação que não pode digerir – e da qual não retira qualquer alimento.
NUSQUAM é uma reflexão sobre a natureza humana; um retrato possível do Homem contemporâneo na busca de si próprio e da sua razão de ser no mundo.
No domingo, 28 de Setembro, às 17h00, no Auditório Municipal, outro espectáculo dedicado aos mais pequenos. “O problema do corvo” dá a conhecer a história de uns bichos que moram em velhas caixas de madeira. O Corvo Cardoso, a Gralha Julieta (que gostam muito um do outro…), o Ouriço Felício e o Rato Ratolas são os habitantes destas caixas. Mas há um problema. O Corvo Cardoso é mentiroso. E, de tanto mentir, já não consegue dizer a verdade.
Mais tarde, às 22h00, no Auditório Municipal, será apresentado o espectáculo “Peter Funk”. Como uma criança que se nega a desabrochar, Peter Funk joga em cena com o público, com a palavra e, claro, com todos os aparelhos que vai tirando da sua mala. Um espectáculo sem trégua, cheio de humor e malabarismos, no qual o cómico mistura-se com a habilidade na procura da gargalhada.