Supremacia dos atletas portugueses marca Torneio Internacional de Futevólei
Póvoa de Varzim, 13.08.2007 - Terminou, com a consagração de três duplas portuguesas, o I Torneio Internacional de Futevólei 2x2 Casa do Papel, que desde sexta-feira, e até ao final da tarde de ontem, animou a Praia da Lagoa, na Póvoa de Varzim.
Os três primeiros lugares do pódio foram ocupados, exclusivamente, por atletas portugueses, todos da Póvoa de Varzim. Chico Fonseca e Gambôa sagraram-se vencedores, levando consigo um prémio de 1500 euros. Em segundo lugar ficou a dupla Tiago Melo e Nélson, premiada com 1000 euros e em terceiro lugar a dupla Batista e Salvador, sendo estes premiados com 500 euros. O quarto lugar foi conquistado pela dupla alemã Frank e Herbert, a quem foi atribuído um prémio monetário no valor de 250 euros.
Este foi um evento desportivo organizado pelo Clube Poveiro de Futevólei (CPF), em parceria com a Câmara Municipal, que trouxe à Póvoa de Varzim 20 atletas vindos de França, Holanda, Espanha, Alemanha e Portugal. Pautado pelo sucesso, este evento contou não só com as excelentes exibições do atletas em competição, como também com a participação do público que encheu, ao longo dos três dias de competição, as bancadas, como referiu Bruno Torres, presidente do Clube Poveiro de Futevólei, para quem a adesão do público “superou as expectativas”.
Gambôa e Chico Fonseca, os grandes vencedores deste torneio Tiago Melo e Nelson conquistaram a 2ª posição
Os campeões nacionais Batista e Salvador ficaram na 3ª posição A dupla alemã Frank / Herbert conquistou a 4ª posição
Cumpriu-se, assim, o objectivo subjacente à organização deste evento. De facto, o Clube Poveiro de Futevólei tem moldado as suas acções à volta de dois propósitos: o primeiro de divulgar esta modalidade, repleta de movimentos que exigem muita técnica e rapidez; o segundo, transformar a Póvoa de Varzim na Capital do Futevólei.
“É para dar continuidade ao Torneio Internacional”, afirma Bruno Torres, que, no entanto, não esquece que estes eventos não seriam possíveis sem os vários apoios, quer da autarquia, quer dos patrocinadores, sem esquecer, é claro, a disponibilidade de atletas e a aceitação por parte do público. Porém, para já, o presidente do CPF defende que é tempo de pensar no próprio Clube, que nasceu em Março deste ano, sendo a primeira associação do género no país. O objectivo passa, então, “por captar novos sócios, para que, no futuro, tenhamos atletas a representar o Clube em torneios por todo o país e mesmo no estrangeiro”, finaliza o responsável.