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O Garrett em novembro

O Cine-Teatro Garrett já tem disponível a programação para o mês de novembro.

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O Garrett em novembro

Póvoa de Varzim, 19.10.2017

O Cine-Teatro Garrett já tem disponível a programação para o mês de novembro.

No dia 5 de novembro o Cine-Teatro Garrett irá exibir dois filmes: Um susto de família (15h30) e Blade Runner (21h30).

“Um susto de família” conta a história de Emma, a matriarca da família Wishbone. Emma está cansada dos constantes conflitos entre todos. Determinada a criar uma nova dinâmica familiar, decide desafiá-los a saírem à rua mascarados na noite de Halloween. Tudo corre (razoavelmente) bem até encontrarem uma bruxa que lhes lança um feitiço e os transforma em verdadeiros monstros. Assim, Emma transfigura-se em vampira; Frank, o marido, no monstro de Frankenstein; Fay, a filha adolescente, em múmia; e o pequeno Max em lobisomem. A bruxa deixa-lhe ainda um conselho precioso: para poderem regressar ao estado normal, têm de provar, um por um, que, apesar das diferenças e dos naturais desentendimentos, são capazes de ser tornar uma família unida e feliz.

Blade Runner é um filme ícone, mítico, um daqueles que vai ficar na história do cinema. Ridley Scott partiu do conto "Do Androids Dream of Electric Sheep?", de Philip K. Dick, para apresentar um mundo futuro exausto, denso, poluído e violento. Um futuro magnificamente concebido nos cenários de Syd Mead, onde Harrison Ford é o protagonista, um ex-agente da polícia que é encarregue de uma investigação em Los Angeles, no século XXI, sobre um grupo de andróides que se dirige para a Terra. 

Com o apoio do município da Póvoa de Varzim, o Cineclube Octopus apresenta uma programação regular no Cine-Teatro Garrett com alguns dos melhores e mais recentes filmes. As sessões realizam-se às quintas-feiras, às 21h45, com entrada gratuita para sócios do Cineclube e 4€ para não sócios. 

Aqui ficam os filmes escolhidos para o mês de novembro: Uma vida de cão (2 de novembro), Detroit (8 de novembro), Chapéus de chuva de Cherburgo (23 de novembro) e Porto (30 de novembro).


A convite do Póvoa Andebol Clube, Camané e Vitorino vão atuar no Cine-Teatro Garrett acompanhados pela Orquestra de Cordas Sons do Cávado e pelo Coro do Grande Colégio nos dias 10 e 11 de novembro, às 21h30.

O primeiro contacto de Camané com o fado ocorreu um pouco por acaso, quando durante a recuperação de uma maleita infantil se embrenhou na coleção de discos dos pais e descobriu os grandes nomes do fado: Amália Rodrigues, Fernando Maurício, Lucilia do Carmo, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro e Carlos do Carmo.
Dessa altura até à vitória em 1979 do evento "Grande Noite do Fado" foi um passo. Camané atuou em diversas casas de fado, além de fazer parte do elenco de diversas produções dirigidas por Filipe La Féria (o mais importante diretor português de musicais) como a "Grande Noite", "Maldita Cocaína" e "Cabaret", onde adquiriu assinalável evidência.

A edição de "Uma Noite de Fados", elogiada pela critica especializada, elegeu Camané como a voz mais representativa da nova geração do fado, possibilitando o reconhecimento da qualidade do seu trabalho pelo grande público.

Vitorino Salomé pertence desde há muito ao imaginário musical português. Temas como "Menina estás à Janela", "Queda do Império", "Tinta Verde", "Laurinda" ou "Leitaria Garrett" têm marcado várias gerações que se habituaram por um lado à doçura da sua voz, mas também ao seu lado interventivo, mais acutilante e sarcástico, perante uma sociedade à qual, tal como os artistas românticos do século XIX, sente não pertencer. 

Marginal, anarquista, romântico, republicano, alentejano, erudito são alguns adjetivos que podem descrever Vitorino isoladamente, mas que, sem dúvida, compõem a sua personalidade.

Começou a cantar nos anos 1970 acompanhando Zeca Afonso, figura marcante no desenvolvimento da sua carreira e sempre musicalmente referenciado em todos os seus espetáculos.

Desde a edição do seu primeiro álbum em 1975, Vitorino tem sabido manter-se fiel às suas origens alentejanas, divulgando-as, e construindo um universo musical também marcado pela temática amorosa e urbana, nomeadamente através de vários retratos da cidade de Lisboa. 

Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi são os protagonistas de “Os guardas do Taj”. Nos dias 16, 17 e 18 de novembro, às 21h30, e dia 19 de novembro (17h00), no Cine-Teatro Garrett, os dois atores brasileiros vão abordar a curiosidade humana, a prepotência dos poderosos e a amizade entre dois homens. São estes os temas centrais do espetáculo “Os guardas do Taj”. A história, baseada numa das muitas lendas que cercam o Taj Mahal, conduz-nos de uma forma brilhante a explorar a trama e a questionar conceitos como a amizade, a beleza e o dever. Extremamente cómica e surpreendentemente trágica, a jornada destes dois amigos em “Os guardas do Taj” leva-nos a questionar se vale a pena pagar um preço para atingir a perfeição. Tudo isto, assim como o retrato da arbitrariedade do poder absoluto, torna “Os guardas do Taj” um espetáculo fascinante para todos os tipos de plateia.

De 24 a 26 de novembro, o Cine-Teatro Garrett da Póvoa de Varzim recebe a 3ª edição do Festival Internacional de Solos (FIS) que, aliando a música às já habituais artes performativas – circo, dança e teatro –, promete oferecer ao público uma programação diversificada, em que o intérprete se destaca enquanto agente comunicador único.

O FIS nasceu do fortuito encontro entre as associações vizinhas Marácula (Póvoa de Varzim) e Ventos e Tempestades (Vila do Conde), prontamente apadrinhado pelo Cine-Teatro Garrett.

Desde a plasticidade abstrata da Dança à construção psicológico-narrativa do Teatro, passando pelo virtuosismo cénico do Circo, poder-se-á dizer que o espectador se pretende desafiado, a cada instante, na sua capacidade de absorção de estímulos vindos de múltiplas direções, através de um ritual de partilha da fragilidade e coragem solitárias de um único intérprete.

Prevalece, assim, a missão do FIS ser um festival em movimento: palcos, propostas, performers, espectadores e consciências em contínuo movimento, em contínua provocação e sobressalto. Um projeto onde as preocupações, desafios e soluções avançadas por estruturas de criação performática contemporânea se podem livremente expressar.