Artesanato
Subir um nívelCamisolas Poveiras; Tapetes de Beiriz; Tapetes de Trapo; Ouriversaria/Prataria; Coisas do Mar; Trabalhos em Linho; Miniaturas de Embarcações.
- Camisolas Poveiras
- Camisolas de lã branca, bordadas em ponto de cruz com motivos em preto e vermelho (escudo nacional, com coroa real; patinhos; siglas; remos cruzados; vertedouros; etc.), produzidas por dezenas de artesãs poveiras que destinam a sua produção às casas de artigos regionais.
- Tapetes de Beiriz
- Manufacturados em teares de madeira, extremamente rústicos, os tapetes de lãs cortadas, trabalhadas nos pontos que os tornaram celebres (o "ponto de Beiriz", o "ponto estrela" e o "ponto zagal"), apresentam desenhos originais com flores como tema predominante. As mulheres, no tear, "cantam" as cores dos cartões e, com uma perícia notável criam modelos de tapeçaria fina que fazem do tapete de Beiriz um excelente embaixador do artesanato do concelho. Para além do primor de execução e acabamentos, os tapetes de Beiriz têm como característica única o facto de o seu desenho poder ser visto pelo avesso.
- Tapetes de Trapo
- Forma de artesanato que ainda se mantém bem viva e em constante evolução, integrando novos materiais como, por exemplo, o couro. Presente em quase todo o concelho, é nas freguesias de Terroso e Laundos que se apresenta com maior incidência.
- Ouriversaria/Prataria
- Actividade de fecundas tradições locais, tanto na sede do concelho como nas freguesias de Beiriz e Terroso onde várias famílias de prateiros trabalhavam por encomenda para as melhores ourivesarias do país. Apesar da diminuição do número de artífices que trabalham a prata, ainda hoje, através da técnica da cinzelagem, procede-se ao fabrico de faqueiros, artigos religiosos e peças decorativas de grande mestria.Actualmente, apesar de existirem cerca de 34 ourivesarias na cidade, só um pequeno número possui oficinas a funcionar. Aqui produzem-se jóias de ouro para adorno pessoal com requintes de perícia por parte dos ourives, cravadores e gravadores. Mesmo que a evolução técnica ou as exigências de produtividade tenham alterado um pouco a forma de fabrico, com maior recurso à fundição, esta arte continua a ser o resultado total da destreza manual dos artífices poveiros.
- Coisas do Mar
- Trabalhos em Linho
- Outrora comum a quase todo o concelho, actualmente, confina-se quase unicamente a Rates, freguesia rural que se situa na zona mais interior do concelho e é das que mais influências minhotas sofre. O cultivo da planta de 2 em 2 anos fornece a matéria-prima a cerca de 15 artesãs. Através de cursos de formação as gerações mais novas recebem o testemunho das técnicas tradicionais de tratamento e tecelagem do linho. A organização de todo o processo (desde o cultivo à tecelagem e venda do produto) cabe ao Centro de Artesanato Local.
- Miniaturas de Embarcações