Prova da Francesinha Poveira
O Posto de Turismo da Póvoa de Varzim promoveu, ontem, a Francesinha Poveira convidando, para a elaboração ao vivo da receita, o seu “inventor”, António Carriço. O Café Guarda-Sol tinha-o contratado em 1962 para trazer novidades para o Verão e, em particular, a Francesinha que se comia no Porto que, admitiu, quando provou a iguaria achou-a muito picante. Quando regressou a casa depois deste trabalho de “espionagem” foi experimentando a confecção de um molho até conseguir o que hoje todos conhecemos. Para o prato ser diferente daquela Francesinha que já era conhecida na altura, António Carriço usou o pão cacete e não o pão bijou.
Enquanto preparava o famoso molho o Sr. Carriço explicou que cada cozinheiro tem os seus pequenos segredos e, um deles, é “não prensar a Francesinha pois fica seca”.
Afonso Oliveira, vereador responsável pelo desenvolvimento sócio-económico/turismo, elogiou o trabalho realizado pela sua equipa e sublinhou o aumento de restaurantes aderentes em relação à primeira edição que aconteceu o ano passado. Todos aqueles que consumirem a Francesinha nos estabelecimentos aderentes estão habilitados a ganhar três fins-de-semana numa Pousada de Portugal oferecido pela iniciativa “Na Rota da Francesinha Poveira”.