“Sem um tu não pode haver um eu” foi exemplo da arte contemporânea da dança, através da inspiração de Paulo Ribeiro em filmes como “Lanterna Mágica”, a autobiografia de Ingmar Bergman, cineasta que inspirou, aliás, este solo criado e interpretado por Paulo Ribeiro.

Um eu que quer conjugar a segunda pessoa do singular, como quem diz “sou tu, também tu”, mais do que “sou teu”. Paulo Ribeiro desenhou, através dos seus passos e expressividade, um mapa afetivo. Veja a fotogaleria.