Sofia Teixeira, com Terras de Ninguém, chega a todo o país pela primeira vez. 

“Por momentos, deixou as companheiras distraídas numa tenda a regatear preços e parou. Fechou os olhos e sentiu o pulsar da praça. Os cheiros das comidas um pouco enjoativas, as motas que passavam com rapidez, o espraiar de gente em azáfamas infinitas, o vento frio que lhe gelava a ponta do nariz, o guinchar dos macacos, o assobio das cobras e a música ao vivo. Aliás, de toda esta parafernália, abriu os olhos e seguiu essa mesma música…”