Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

Inovar no Presente,
Garantir o Futuro!

Sections

"Os Penedos dos Guizos" - a preservação da memória poveira em obra infantil lançada no Diana Bar

Póvoa de Varzim, 14.07.2008 - A magia de gostar de contar histórias e a paixão pela leitura levaram Sofia Teixeira a escrever o seu primeiro livro dedicado especialmente aos mais novos.

Notícias

"Os Penedos dos Guizos" - a preservação da memória poveira em obra infantil lançada no Diana Bar

Póvoa de Varzim, 14.07.2008

Póvoa de Varzim, 14.07.2008 - A magia de gostar de contar histórias e a paixão pela leitura levaram Sofia Teixeira a escrever o seu primeiro livro dedicado especialmente aos mais novos.

Os Penedos dos Guizos foi o título escolhido para a obra que atraiu centenas de pessoas para a seu lançamento, no passado sábado, no Diana Bar.

Para dar resposta à sugestão de escrever sobre um lugar, a autora não hesitou em escolher a terra onde sempre viveu, Argivai. Tendo como base histórica uma referência aos mistérios das pedras, às quais se associava a presença de almas do outro mundo, foi-se reconstruindo lentamente a imaginação, até que atingiu esta forma e ganhou vida o livro que foi apresentado sobre uma lenda de Argivai.

À escrita de Sofia Teixeira associaram-se os desenhos de Elza Tavares, numa combinação perfeita nesta que foi a primeira edição para ambas.

“Dá-me um prazer especial estar no lançamento do primeiro livro, acrescido do facto deste ser um duplo primeiro livro, para a escritora e para a ilustradora”, confessou Luis Diamantino, vereador da Cultura que reconheceu haver imensa harmonia entre o que é dito no texto e nas imagens. “Há pouca nitidez nos desenhos da Elza porque há pouca nitidez no texto de Sofia num reino da fantasia e da magia para o qual o livro nos transporta” afirmou o vereador, considerando que a autora transmitiu a sua mensagem de forma bastante clara, utilizando uma linguagem muito directa, “que flui como um rio”.

Desta sessão, ficou a imensa vontade de ler este livro e partilhar com a escritora e a ilustradora o mundo fantasmagórico em que os penedos de Argivai nos envolvem, porque embora não existam, diz-se que “nas noites mais ventosas, ainda se ouve o bulir dos guizos”.