Passar para o conteúdo principal

Etiqueta: Correntes d’Escritas 2020

Terminou Correntes d’Escritas com convite para a 22ª edição

Terminou Correntes d’Escritas com convite para a 22ª edição

O encerramento da 21ª edição do Correntes d’Escritas aconteceu com uma calorosa cerimónia de entrega de prémios, no Cine-Teatro Garrett, este sábado, dia 22, às 18h00.
Literatura e cinema de mãos dadas na reta final do Correntes d'Escritas

Literatura e cinema de mãos dadas na reta final do Correntes d'Escritas

O público do Correntes d'Escritas pôde testemunhar o melhor dos dois mundos, literatura e cinema, esta tarde, no Cine-Teatro Garrett. A Sala de Atos apadrinhou o lançamento de quatro grandes obras literárias, da autoria de Paulo José Miranda, Vasco Gato, Fernando Sobral e Luís Carmelo, enquanto a Sala Principal foi o palco escolhido para a exibição do documentário de João Cayatte, referente à 20ª edição do Encontro de Escritores de Expressão Ibérica.
Última Mesa da 21ª edição

Última Mesa da 21ª edição

O Correntes d’Escritas reuniu, à volta da Mesa 10, Elisa Lucinda, Francisco José Viegas, Juan Gabriel Vásquez, Manuel Rui, Patrícia Portela e Rosa Montero.
História, poesia e literatura para a infância em destaque esta manhã

História, poesia e literatura para a infância em destaque esta manhã

Esta manhã foram apresentadas seis obras no Cine-Teatro Garrett no âmbito da 21ª edição do Correntes d’Escritas: Poesia da elogio da sombra, coleção com curadoria de Valter Hugo Mãe; Serei sempre o teu abrigo, também de Valter Hugo Mãe; Pitões da Júnias, Tões de Aurelino Costa com Anxo Pastor; A menina que queria desenhar o mundo, de Adélia Carvalho e Sérgio Condeço; A História de uma História, de Raquel Patriarca e Sara Cunha; e Os Informadores, de Juan Gabriel Vásquez.
"O mito da rapidez ocupou todos os lugares". "Não há tempo..."

"O mito da rapidez ocupou todos os lugares". "Não há tempo..."

"Se está na internet é porque é verdade" foi o tema da Mesa 9 que esta manhã juntou, não apenas os seis escritores previstos no programa - Ana Margarida de Carvalho, Clara Usón, Luís Osório, José Mário Silva, Miguel Szymanski e Maria Manuel Viana - mas ainda Ana Bárbara Pedrosa, que não tendo chegado a tempo para Mesa 7 de ontem foi integrada nesta.
Escritores e a cor azul…nem todos aderiram a esta tonalidade

Escritores e a cor azul…nem todos aderiram a esta tonalidade

O tema da Mesa 8, “Repintam-se de azul as palavras”, não foi seguido por todos os intervenientes. Se alguns ignoraram o mote nas suas apresentações, outros chegaram a dar umas pinceladas da cor, mas um deles, João Gobern, recusou-se a deixar a sua cor: “será sempre o vermelho e daqui não saio”.
Correntes de poesia nas Galerias Euracini2

Correntes de poesia nas Galerias Euracini2

Foi noite de poesia nas Galerias Euracini2, com dois momentos de lançamento de livros. A parte que nos toca, de Pedro Teixeira Neves, Fevereiros Doutrinários, de José Alberto Postiga, e O homem que comia de tudo, de Ricardo Dias Felner, tiveram apresentação na Sala Sarilho, enquanto a Sala Pente recebeu Renato Filipe Cardoso para o lançamento da sua nova obra, Ministério da Solidão.
João Tordo partilha histórias com leitores do Correntes

João Tordo partilha histórias com leitores do Correntes

João Tordo foi o convidado da terceira conversa no âmbito da iniciativa Correntes Ícone. Depois de Jaime Rocha e Ricardo Araújo Pereira partilharem com o público do 21º Correntes d’Escritas o seu processo criativo foi a vez do vencedor do Prémio Saramago (2009) dividir com os leitores algumas histórias que estão por trás dos seus livros. A conduzir esta partilha esteve Luís Carmelo.
Correntes em Rede II encerrou com várias ideias para o próximo ano

Correntes em Rede II encerrou com várias ideias para o próximo ano

A Correntes em Rede II – formação de professores-bibliotecários de 25 horas no contexto do Correntes d’Escritas - decorreu entre os dias 18 e 21. O encerramento aconteceu na sessão plenária, que se realizou ao final da tarde de sexta-feira, dia 21, no Diana Bar.
“O livro é fresquíssimo, leitor, é de amanhã!”

“O livro é fresquíssimo, leitor, é de amanhã!”

Ao final da tarde de ontem, Hirondina Joshua, Paulo José Miranda e Ricardo Fonseca Mota reuniram-se para abordar o tema “Nas redes perdidos, os livros de amanhã”. Com moderação de João Paulo Sacadura Cabral, esta Mesa 7 contou com menos três escritores – Ana Bárbara Pedrosa, João Paulo Cotrim e Tina Vallès, que não conseguiram estar presentes.
Apresentados os livros “A Fúria da Beleza” e “Literatura e Emoções”

Apresentados os livros “A Fúria da Beleza” e “Literatura e Emoções”

A sala Pena, das galerias Euracini2, receberam ao final da tarde de sexta-feira a apresentação de dois novos livros, um de uma poeta e outra de uma ensaísta, respetivamente, Elisa Lucinda (“A Fúria da Beleza”) e Leonor Simas-Almeida (“Literatura e Emoções: a função hermenêutica dos afetos”).
Correntes d'Escritas combate “tempos de ódio, injustiça, hipocrisia e corrupção”

Correntes d'Escritas combate “tempos de ódio, injustiça, hipocrisia e corrupção”

A sala Sarilho das Galerias Euracini2 promoveu o lançamento de três novos livros de renomados autores, este final de tarde, no âmbito do Correntes d'Escritas. As Aves não têm céu, de Ricardo Fonseca Mota, Os tempos do ódio, de Rosa Montero, e Harmonia, de Antonio Colinas, foram as obras apresentadas pelos respectivos escritores.
África em destaque em mais uma sessão de lançamento de livros

África em destaque em mais uma sessão de lançamento de livros

Germano Almeida, João Melo e Lopito Feijóo apresentaram, respetivamente, as obras O último mugido, O dia em que Charles Bossangwa chegou à América e Doutrina sem a qual nunca.
Afinal “os fins justificam os livros”

Afinal “os fins justificam os livros”

Coube a Onésimo Teotónio de Almeida ser moderador da mesa 6 do Correntes d’Escritas intitulada “Os fins justificam os livros”, esta sexta-feira, dia 21, a abrir a tarde (15h00), no Teatro Garrett.
“A leitura é inerente ao ser humano”

“A leitura é inerente ao ser humano”

O Correntes d’ Escritas desdobra-se em várias iniciativas, uma delas é o Correntes d’ Aprender, que leva até às Escolas da Póvoa de Varzim alguns escritores.
Dois livros no feminino lançados esta manhã

Dois livros no feminino lançados esta manhã

Asas de Saturno e Rimbaud, o seu viajante e o seu Inferno, ambos editados pela Exclamação, foram lançados ao final da manhã pelas suas autoras, Maria João Cantinho e Ana Cristina Silva, respetivamente.
“Só o que existe pode ser efémero e somos tão breves como a memória e o amor”

“Só o que existe pode ser efémero e somos tão breves como a memória e o amor”

O Cine-Teatro Garrett acolheu, esta manhã, um painel de luxo para a Mesa 5, subordinada ao tema “O efémero é o novo para sempre”. Afonso Cruz, David Capelenguela, David Machado, Fernando Sobral, Gabriela Ruivo Trindade e Melcior Comes, com moderação de Pedro Teixeira Neves, abordaram o tempo como mote para uma conversa que prendeu a atenção da plateia de início ao fim.
“Pecados Correntes” reúne uma multiplicidade de “pecadores”

“Pecados Correntes” reúne uma multiplicidade de “pecadores”

“Pecados Correntes” é o mais recente pecado das Correntes d’Escritas, um audiolivro com 50 pecados, ou melhor, 50 textos sobre os pecados capitais.
“Não é possível construir uma Cidade Literária sem antes sermos capazes de construir uma cidade de leitores"

“Não é possível construir uma Cidade Literária sem antes sermos capazes de construir uma cidade de leitores"

Na Cerimónia de Abertura deste 21º Correntes d’Escritas, o Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim anunciou que “reafirmamos o propósito de sermos reconhecidos como Cidade Criativa – a partir da Literatura, tanto na vertente da leitura como na da criação literária”.
Todos têm “medo” e há vários medos da poesia

Todos têm “medo” e há vários medos da poesia

Quem tem medo da poesia? Todos têm alguns medos, pelo menos, os elementos da Mesa 4 nas Correntes d’Escritas, que teve lugar esta quinta-feira, às 18h00, no Teatro Garrett, com: Ana Luísa Amaral, Isabel Rio Novo, Ivo Machado, Karyna Gomes, Miguel Araújo e Vasco Gato. A moderação foi de Celso Muianga.