E nunca as minhas mãos ficam vazias

E nunca as minhas mãos ficam vazias

E nunca as minhas mãos ficam vazias, verso retirado do poema Apesar das ruínas, de Sophia de Mello Breyner, foi o título da Mesa 9 do Correntes d’Escritas.
José António Pinto Ribeiro defendeu que é preciso defender a língua portuguesa

José António Pinto Ribeiro defendeu que é preciso defender a língua portuguesa

“A Cultura é cara, a incultura é mais cara ainda” foi o verso de Sophia que deu mote à Correntes à Conversa com José António Pinto Ribeiro, na sala de Atos do Teatro Garrett, esta sexta-feira, às 17h30.
Mais quatro livros lançados no 4º dia de Correntes d’Escritas

Mais quatro livros lançados no 4º dia de Correntes d’Escritas

O dia de hoje contou com três lançamentos de livros, e no terceiro foram apresentados os seguintes livros: Desta terra nada vai sobrar, de Ignácio de Loyola Brandão; Carta do Fim do Mundo, de José Manuel Fajardo; Pavese no Café Ceuta, de Francisco Duarte Mangas e Parafilias, de Alexandre Marques Rodrigues.
Tudo se perde em mim...

Tudo se perde em mim...

“Não se perdeu nenhuma coisa em mim” do Poema “O jardim e a casa” de Sophia de Mello Breyner, foi o tema da Mesa 8, a primeira desta tarde.
Pinto Balsemão lembra período pós-revolução e opina sobre fake news

Pinto Balsemão lembra período pós-revolução e opina sobre fake news

Francisco Pinto Balsemão, figura incontornável da História da Comunicação Social portuguesa, debruçou-se, esta tarde, sobre o tema “A cultura é cara, a incultura é mais cara ainda”.
Biografias e romances encerraram manhã

Biografias e romances encerraram manhã

Estamos no penúltimo dia do 20º Correntes d’Escritas e os lançamentos de livros continuam dando a conhecer as últimas novidades da literatura de escritores de expressão ibérica.
“Aprendi a viver em pleno vento” foi o mote da conversa na escola Secundária Eça de Queirós

“Aprendi a viver em pleno vento” foi o mote da conversa na escola Secundária Eça de Queirós

Esta manhã, o Correntes d’Escritas estendeu-se até à escola Secundária Eça de Queirós, no âmbito do Correntes d’Aprender, onde um grupo de escritores vai até às escolas conversar com os alunos.
“E as minhas mãos não podem prender nada”

“E as minhas mãos não podem prender nada”

A Mesa 7, moderada por Marta Bernardes, esta sexta-feira (22) de manhã, partiu do verso “E as minhas mãos não podem prender nada” do poema “Passam os carros”, de Sophia de Mello Breyner, para as criações e interpretações dos escritores convidados: Francisco Duarte Mangas, João Rasteiro, Juan Vicente Piqueras, Karla Suárez, Luís Cardoso e Teresa Moure.
Dois livros, uma revista, uma conversa e um filme

Dois livros, uma revista, uma conversa e um filme

Dois livros, uma revista, uma conversa e um filme: foi esta a proposta para a noite de ontem no âmbito da 20ª edição do Correntes d’Escritas.
Será a Poesia o caminho da salvação e da humanização?

Será a Poesia o caminho da salvação e da humanização?

“Poema de um livro destruído” foi dito na íntegra por Aurelino Costa para dar início à Mesa 6, com o título “Como é estranho não saber”, precisamente um verso extraído daquele poema de Sophia de Mello Breyner.
Retratos de Alex Gozblau foram tema de conversa

Retratos de Alex Gozblau foram tema de conversa

Tiago Gomes, Uberto Stabile e Gilda Nunes Barata foram os protagonistas de uma conversa que decorreu, ontem à tarde, a propósito da exposição “Vidas de Papel” de Alex Gozblau, patente na sala Grades das Galerias Euracini 2.
Até que ponto não é hoje a incultura um centro de afirmação de poder?

Até que ponto não é hoje a incultura um centro de afirmação de poder?

A sala de atos do Cine-Teatro Garrett foi pequena para acolher os interessados em ouvir Álvaro Laborinho Lúcio, esta tarde, numa conversa conduzida por Carlos Vaz Marques.
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