Segundo o autor, trata-se de “um livro onde reproduzi em aguarelas os painéis de azulejos existentes naquele edifício e que têm a particularidade de não terem sido para lá concebidos, mas sim trazidos de outros locais e monumentos, tendo sido Rocha Andrade o principal responsável por esta agregação.

Identifico por isso cada um dos edifícios de onde os painéis são provenientes com um breve texto e uma ilustração a grafite.

Num outro capítulo é contada a história não só destes azulejos mas igualmente do próprio monumento que alberga hoje a Biblioteca”.

Filipe Mariares iniciou o seu percurso na pintura como autodidata, experimentando técnicas como o carvão, pastel, aguarela e óleo. Em 1998, candidatou-se à Faculdade de Belas Artes do Porto para o curso de pintura, não tendo prosseguido os estudos académicos por razões profissionais. Nunca tendo abandonado a pintura, em 2001 optou por aperfeiçoar o óleo e aguarela para o que frequentou o curso de técnica de óleo da Heatherley’s School of Fine Arts em Londres. Em 2014 voltou às Belas Artes do Porto onde está a concluir a licenciatura em artes plásticas no ramo de escultura.