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Foi assinado, hoje, na Câmara Municipal de Gondomar, o protocolo que permite realizar estudos para alargar a rede de metro do Porto e o sistema de metro bus na área metropolitana.

O protocolo para consolidação da expansão da rede de metro no Grande Porto e metrobus foi assinado pelos municípios diretamente envolvidos nos estudos: Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Trofa, Vila do Conde e Vila Nova de Gaia.

O Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Aires Pereira, participou na sessão que contou com a presença do Ministro do Ambiente e da Transição Energética, João Pedro Matos Fernandes, do Presidente do Conselho Metropolitano do Porto, Eduardo Vítor Rodrigues, e do Presidente da Metro do Porto, Tiago Braga.

Os estudos sobre linhas do Metro do Porto ou de metrobus devem estar concluídos dentro de 10 meses e vão servir de base às escolhas para um investimento total de cerca de 860 milhões de euros, dos quais cerca de 620 milhões de euros destinam-se à consolidação da rede do Metro do Porto e 240 milhões de euros para o desenvolvimento de sistemas de transportes coletivos, verbas que deverão ser executadas entre 2021 e 2030.

O Ministro do Ambiente garantiu hoje aos autarcas da Área Metropolitana do Porto que os estudos para futuros investimentos no metro ou em linhas de metrobus vão ser feitos “de forma completamente transparente e com o maior rigor técnico”.

Matos Fernandes destacou ainda as vantagens do sistema de metrobus: “Entre o metro e o metrobus, desde o momento em que a Área Metropolitana do Porto (AMP) manifestou vontade de que sejam estudados em conjunto, tornam-se soluções muito próximas uma da outra. O metrobus pode ser, em tudo, semelhante ao metro que anda no carril, com a diferença que tem rodas de borracha”, observou.

O ministro frisou que o metrobus “é igualmente elétrico, tem um corredor dedicado” e, simultaneamente, “menos custos de infraestruturas” do que o metro sob carris.

De acordo com o ministro, permite ainda “raios de curvatura mais apertados” e para em vez de abrandar quando se carrega no travão, o que implica “menos necessidades de sinalização. Toda a situação pode ser muito mais simples”, vincou.

Matos Fernandes recordou que foi “há mais de um ano” que lançou “o desafio à AMP para que sejam as autarquias e AMP a definir os investimentos que querem fazer no metro ou no metrobus”.

O ministro destacou ainda a relevância de ser a empresa do Metro do Porto “a estudar, num só prazo, com uma metodologia uniforme, quais as perspetivas de procura, de sustentabilidade financeira e de viabilidade de construção” para as ligações em causa.

O Presidente do município poveiro transmitiu tratar-se de “um dia importante, em primeiro lugar, para a Área Metropolitana do Porto porque nunca se pode pensar em mobilidade em termos de um só concelho e, naturalmente, para a Póvoa de Varzim pelo facto de estar incluída no protocolo, com os estudos necessários para a ampliação da nossa rede. Vamos ver o que irá resultar deste primeiro trabalho importantíssimo”.

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