Etiqueta: Cine-Teatro Garrett
"As Vedetas" no Garrett
No dia 15 de março, sexta-feira, às 21h30, será apresentada, no Cine-Teatro Garrett, a peça “As Vedetas”.
"Anjo", este sábado, no Garrett
No dia 2 de março, sábado, às 22h00, no Cine-Teatro Garrett, o Varazim Teatro, através de Ángel Fragua e Teatro Vila Real, apresenta “Anjo” de Henry Naylor, no âmbito da Temporada Teatral na Póvoa de Varzim.
Garrett exibe "Snow" e "Green Book"
No dia 3 de março, domingo, o Cine-Teatro Garrett vai exibir dois filmes, às 15h30 e às 21h30.
"Temos que tornar este projeto mais abrangente". Presidente da Câmara lança desafio para 21º Correntes d'Escritas
A 20ª edição do Correntes d’Escritas ficou marcada pela maior proximidade à população da Póvoa de Varzim e pelo apoio do “Senhor Presidente da República, que demonstrou ser um grande adepto deste encontro de escritores”, afirmou o Presidente da Câmara da Póvoa de Varzim, na conclusão desta edição mais enriquecida de presenças e de novidades.
Terminou o encontrão que, há 20 edições, foi um encontrinho
Do poema Este é o tempo foi retirado o verso que deu mote à última Mesa da 20ª edição do Correntes d’Escritas.
A renúncia em vários tempos da Humanidade
“Este é o tempo em que os homens renunciam” foi o verso escolhido para tema da Mesa 11, este sábado, às 15h00, na sala principal do Teatro Garrett, no último dia da 20ª edição do Correntes d’Escritas.
A palavra é sagrada? Opiniões dividem-se na Mesa 10
Pois é preciso saber que a palavra é sagrada do poema Com fúria e raiva: foi este o verso de Sophia de Mello Breyner escolhido para ser tema da Mesa 10 da 20ª edição do Correntes d’Escritas.
Enchente no Governo Sombra numa noite que começou com livros
Mais quatro grandes livros foram apresentados aos leitores, na sala Poesia nas Galerias Euracini 2. O aperitivo certo antes do jantar, esta sexta-feira, dia 22, no Correntes d’Escritas.
E nunca as minhas mãos ficam vazias
E nunca as minhas mãos ficam vazias, verso retirado do poema Apesar das ruínas, de Sophia de Mello Breyner, foi o título da Mesa 9 do Correntes d’Escritas.
José António Pinto Ribeiro defendeu que é preciso defender a língua portuguesa
“A Cultura é cara, a incultura é mais cara ainda” foi o verso de Sophia que deu mote à Correntes à Conversa com José António Pinto Ribeiro, na sala de Atos do Teatro Garrett, esta sexta-feira, às 17h30.
Tudo se perde em mim...
“Não se perdeu nenhuma coisa em mim” do Poema “O jardim e a casa” de Sophia de Mello Breyner, foi o tema da Mesa 8, a primeira desta tarde.
“E as minhas mãos não podem prender nada”
A Mesa 7, moderada por Marta Bernardes, esta sexta-feira (22) de manhã, partiu do verso “E as minhas mãos não podem prender nada” do poema “Passam os carros”, de Sophia de Mello Breyner, para as criações e interpretações dos escritores convidados: Francisco Duarte Mangas, João Rasteiro, Juan Vicente Piqueras, Karla Suárez, Luís Cardoso e Teresa Moure.
Será a Poesia o caminho da salvação e da humanização?
“Poema de um livro destruído” foi dito na íntegra por Aurelino Costa para dar início à Mesa 6, com o título “Como é estranho não saber”, precisamente um verso extraído daquele poema de Sophia de Mello Breyner.
Até que ponto não é hoje a incultura um centro de afirmação de poder?
A sala de atos do Cine-Teatro Garrett foi pequena para acolher os interessados em ouvir Álvaro Laborinho Lúcio, esta tarde, numa conversa conduzida por Carlos Vaz Marques.
Mesa de músicos debruça-se sobre a ofensa
Não te ofenderei com poemas foi o tema que reuniu à Mesa apenas músicos: Aldina Duarte, Amélia Muge, Mafalda Vieira, Mû Mbana e Uxía.
“Hoje, a melhor maneira de recomeçar o mundo é com a poesia”
O verso “Nesta manhã eu recomeço o mundo” foi o tema da Mesa 4 que esta manhã reuniu Abraão Vicente, Cesáreo Sánchez Iglesias, Cristina Carvalho, Joana Bértholo e Nuno Júdice, com moderação de Michael Kegler.
Não nos podemos calar
“Porque os outros se calam mas tu não” foi o mote perfeito para a conversa entre Pilar Del Río e Ignácio de Loyola Brandão e moderada por Valter Hugo Mãe.
“Uma Furtiva Lágrima” de Nélida Piñon apresentado nas Correntes
Leonor Xavier e José Carlos Vasconcelos apresentaram o novo livro de Nélida Piñon, “Uma Furtiva Lágrima” (Temas e Debates/Círculo de Leitores), na sessão de Correntes à Conversa de quarta-feira, 20, que aconteceu na Sala de Atos do Teatro Garrett, às 17h00.
"Num mundo tão individualista e sacana a nossa poesia faz sentido?”
“Tão nítido e preciso era o vazio” foi o tema da Mesa 3 da 20ª edição do Correntes d’escritas.
O poder das palavras destacado pelos escritores na Mesa 2
O poder das palavras e a palavra como construto da mente e da consciência humana, a Literatura como esperança para o futuro da Humanidade, foram algumas das ideias transmitidas na Mesa 2, intitulada “O homem soube de si pela palavra”.



















