Correntes d'Escritas em destaque no Posto de Turismo
As Correntes d’Escritas são o destaque da montra do Posto de Turismo da Póvoa de Varzim.
Correntes d'Escritas celebra o valor da totalidade das artes
A arte esteve em plano de destaque na 27.ª edição do Correntes d’Escritas, agregando uma grande variedade de manifestações artísticas, ao longo do evento.
Escola de Rates venceu Prémio Literário Luis Sepúlveda. Correntes d'Escritas despede-se até 2027
Com os protagonistas em palco, os pequenos escritores distinguidos com o Prémio Luis Sepúlveda, realizou-se ao final da tarde de hoje, a Cerimónia de Encerramento do 27.º Correntes d’Escritas, com a presença de Andrea Silva, Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim.
"Nunca sabemos onde estamos nem para onde vamos, mas precisamos de saber para onde queremos ir"
A Mesa final do último dia do 27.º Correntes d’Escritas na Póvoa de Varzim versou o tema "Saber onde estamos e para onde vamos continua a ser essencial", do livro A Vida na Selva, de Álvaro Laborinho Lúcio.
“O tempo não tem tempo de acontecer. Queremos antecipar tudo”.
O último dia do 27.º Correntes d’Escritas na Póvoa de Varzim arrancou, esta manhã, com a Mesa 9, no Cine-Teatro Garrett.
"Resistência pelo riso contra a opressão", em memória de Álvaro Laborinho Lúcio
A frase solta "É sobre abismos que voam os poetas", retirada da última obra publicada de Álvaro Laborinho Lúcio, A Vida na Selva, foi o repto lançado pelo moderador Henrique Cayatte para a discussão na última Mesa de debate de sexta-feira, no Correntes d'Escritas.
“O escritor pode mentir até onde a sua imaginação o levar, mas não pode abdicar da sua honestidade interior”
A Mesa 7 do Correntes d’Escritas desafiou, ao final da tarde de sexta-feira, os autores convidados a refletirem sobre “Onde, ou até onde, mente ou pode mentir o escritor”, frase do livro A Vida na Selva de Álvaro Laborinho Lúcio.
"Há coisas que sabemos como se escrevem, mas não sabemos escrever"
"A palavra lá estava como garantia", retirada da última obra publicada de Álvaro Laborinho Lúcio, A Vida na Selva, motivou a conversa da Mesa 6 do Correntes d'Escritas, esta tarde, no Cine-Teatro Garrett.
Questão de Álvaro Laborinho Lúcio inquietou escritores na Mesa 5 do Correntes d'Escritas
“Agora que és grande, queres ainda ser o quê?” foi a questão que abriu o debate na manhã desta sexta-feira, no Cine-Teatro Garrett lotado. Retirada da última obra publicada de Álvaro Laborinho Lúcio, A Vida na Selva, foi o tema da Mesa 5 deste 27.º Correntes d’Escritas.
Espetáculo Supplica tem nova data
No dia 28 de fevereiro, às 15h00, será exibido, na Igreja da Lapa, o espetáculo audiovisual Supplica da autoria de Helder Luís.
"Ninguém nasce de uma vez", "vamos nascendo sucessivamente"
Álvaro Laborinho Lúcio continua a inspirar os escritores deste 27.º Correntes de Escritas e a frase escolhida para a Mesa 4 realizada esta tarde no Cine-Teatro Garrett foi “Ninguém nasce de uma vez”.
Um livro como "espaço privado" de "resistência contra a superficialidade"
A frase "Um livro é uma coisa privada", da última obra publicada de Álvaro Laborinho Lúcio, A Vida na Selva, juntou à conversa Elisangela Rita, Fernando Aguiar, Sara Duarte Brandão, Teolinda Gersão e Verónica Gonzalez Laporte, esta tarde, no Cine-Teatro Garrett.











